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Triunfo do Partido para os Animais no Parlamento Europeu: pesticidas perigosos são imediatamente retirados do mercado

A Comissão Europeia deve, com efeito imediato, garantir que os pesticidas perigosos e cancerígenos deixem de ser autorizados no mercado europeu e que a sua utilização seja proibida. A Comissão do Parlamento Europeu foi ordenada a fazê-lo graças à duas propostas do Partido para os Animais. Com isso, o Partido contribuiu para um novo e mais rigoroso decreto referente aos agrotóxicos.

 


Membra do Parlamento Europeu Anja Hazekamp do Partido para os Animais

Pesquisas realizadas pela Foodwatch (grupo europeu de defesa que se concentra na proteção dos direitos do consumidor no que diz respeito à qualidade dos alimentos) mostraram recentemente que a Comissão Europeia estendeu sistematicamente a aprovação de um grande número de pesticidas de alto risco à saúde. Essas extensões foram concedidas cegamente sem reavaliar os riscos das substâncias. Isso significa que os agricultores e horticultores europeus estão a usar pesticidas que são prejudiciais às pessoas, aos animais e ao meio ambiente.

Já estava previsto na lei europeia de 2015 que cinco desses pesticidas são perigosos demais para serem usados. No entanto, suas admissões foram prorrogadas sem serem cuidadosamente reavaliadas. Esses pesticidas são, por exemplo, usados para a produção de maçãs, pêras, cerejas e morangos, e têm sido associados à problemas de fertilidade e distúrbios endócrinos em pessoas.

A representante do Partido para os Animais no Parlamento Europeu Anja Hazekamp, imediatamente questionou a Comissão Europeia sobre o resultado da pesquisa feita pelo grupo Foodwatch. Na semana passada, ela conseguiu impor uma moratória sobre o uso de todos os pesticidas perigosos e interromper as extensões automáticas de aprovações desatualizadas para estes produtos.

Hazekamp: “É uma grande vitória que o Parlamento Europeu finalmente perceba que medidas devem ser tomada. Essas substâncias não pertencem à nossa alimentação. A Comissão tem a obrigação de garantir que só sejam aprovadas substâncias que não sejam nocivas para as pessoas, aos animais e o ambiente. O Provedor de Justiça Europeu já concluiu que a Comissão é demasiado branda, o que faz com que muitas substâncias estejam no mercado enquanto não deveriam estar. Isso finalmente vai acabar.”

Preocupações sobre testes em animais, porém nenhuma ação

Hazekamp também apresentou duas propostas relativas ao uso de testes em animais para pesticidas. Uma dessas propostas foi adoptada pelo Parlamento Europeu: isto mostra que o parlamento está preocupado com o facto de que a utilização de animais para testes em matéria de identificação de perigos e avaliação de riscos não cumpram com os requisitos sob os 3 pilares: substituição, redução e refinamento da Diretiva da UE 2010/63 relativa à testes em animais.

No entanto, as preocupações do parlamento obviamente não são grandes o suficiente: a proposta de Hazekamp, que exigia a proibição de testes em animais em todos os procedimentos de pesquisa e avaliação de pesticidas, não foi adotada.